Showing posts with label las teorías salvajes. Show all posts
Showing posts with label las teorías salvajes. Show all posts

Wednesday, March 7, 2012

Selvagge!

nella Dalai editore in Italia... con pececitos rojos! El hilo sigue en la contraportada para revelar una hipóstasis de la pequeña Montaigne Michelle.


Thursday, November 17, 2011

@ den haag


reading Friday 18th 21.45 – 22.00 hrs. with Ben Brooks. Location: Royal Theatre, Paradise Stage

Tuesday, November 1, 2011

arab spring for fall



professor julio ariza hizo un concurso de diseño de posters para el evento en dartmouth y estos son los winners :D
la foto de la primavera árabe la tomó un fotógrafo brasilero en bariloche

Thursday, October 20, 2011

Os nerds também aman!





Nina Veira writes:

"Abrir e fechar a mixtape com Juan Serrano e Carla Bruni representa duas coisas: as canções são absurdamente sedutoras e, quando se termina o livro, dá vontade de continuar com os personagens, saber o quê mais irão aprontar. Leva-se em conta o rock predominante: somente Pitty explica o amor entre Pabst e Kamtchowsky. Isaac Hayes é fundo musical para o que quer que esses dois estejam tramando. Ennio Morricone traduz a perseguição da aluna por seu professor. Carlos Puebla “foi sugestão” da própria Oloixarac, pois a revolucionária canção é citada no livro. Rita Lee talvez represente a repercussão do mesmo mundo afora. Demais restantes retratam um pouco da personalidade e envolvimento dos personagens na trama. O título é uma “singela homenagem” ao meu tempo de colegial, pois estar na companhia desses personagens tão maravilhosamente complexos é como retornar aos corredores da escola. Espero que gostem. Foi a melhor mixtape que já fiz, a que mais gostei até agora."

Eu adorei!! Quedé prendada de este blog exquisito #Sobrefatalismos, prazer que galopa; muito obrigada a voce, Nina querida!! You can download it here.

Tuesday, July 5, 2011

Sunday, June 12, 2011

Selvagens e portuguesas!


Adorei a capa... no la he visto pero me dicen que tiene relieves, mañana me llega a Bariloche! Y em julho a Portugal (acaso Angola mesmo?), pela Quetzal.

Saturday, May 28, 2011

Aventuras no Brasil

--o Guillherme Freitas para Prosa e Verso, O Globo


---o Alvaro Andrade para Correio de Salvador, Bahia


----o Rodolfo Viana para Revista VIP

---a Nahima Maciel para Correio Brasiliense



------fala o traductor! Marcelo Barbao

--- a Nataly Cabanas Galeazzo escreve pra a Serafina da Folha de Sao Paulo




e mais (atencaO: qente)
e mais que demais
e muito mais!

Terrorismo voluptuoso

São Paulo, sábado, 28 de maio de 2011

CRÍTICA ROMANCE

"As Teorias Selvagens" tem afiada prosa antiprogressista

Primeiro livro da argentina Pola Oloixarac rebate senso comum de esquerda

ALAN PAULS
ESPECIAL PARA A FOLHA DE SAO PAULO

Não é surpreendente que "As Teorias Selvagens" tenha tido a repercussão que teve. Mais surpreendente teria sido se não tivesse.
Em um país como a Argentina, onde o imaginário progressista tende a ganhar uma dimensão atmosférica e a envolver tudo, o romance de Pola Oloixarac tinha tudo para cair como uma bomba.
Era a estreia literária de uma quase desconhecida e era publicada por uma editora emergente cujo catálogo, até então, tinha oferecido vozes novas, porém sutis.
Oloixarac irrompeu no mundo literário elevando a voz e com a espada em riste, derramando à esquerda e à direita (sobretudo à esquerda) suas doses efusivas de estilo, precisão analítica e rancor lúdico. Um misto de terrorismo voluptuoso que parecia excitado por um alvo mais que delicado: o senso comum progressista.
A tese de "As Teorias Selvagens" não é nova: propõe que o discurso que nos anos 70 era sinônimo de resistência, mudança e revolução converteu-se hoje no dogma oficial do pensamento, da cultura e da pedagogia.
A obra deplora esse status quo, mediante uma estratégia tão arcaica quanto eficaz: ridicularizar os agentes do progressismo, voltando contra eles as proposições clássicas de seu próprio discurso.
Exemplo óbvio dessa inversão é a cena em que um "intelectual de esquerda" é assaltado e espancado em um parque por um bando de ladrões. Ao intervir, a narradora repassa em voz alta o currículo militante do espancado. O furor dos assaltantes se intensifica: "Você é político?", perguntam. E eles próprios respondem: "Ladrão filho da puta".
É sobre esse tipo de recontextualizações risíveis que se apoia a atitude desafiadora da obra, um romance cuja tradição, não obstante, remete a Juvenal ou Jonathan Swift e leva um nome eminentemente político: sátira.
A prosa de "As Teorias Selvagens" é afiada e corta; é tão tóxica quanto o despeito incurável que move sua narradora, uma espécie de Mata Hari que circula entre os artigos acadêmicos e a retórica.
Nesse sentido, "As Teorias Selvagens" reescreve em clave cômica "O Novo Espírito do Capitalismo", de Luc Boltanski, em especial a tese segundo a qual a grande força do capitalismo consiste em interiorizar as críticas que recebe de seus inimigos.

MONOPÓLIO DA SÁTIRA
Mas essa febre do "détournement" é apenas uma das estocadas críticas que Oloixarac dirige contra a doxa do humanismo progressista.
Nada disso se encaixa de todo no perfil padrão do antiprogressismo argentino, que ainda prefere encarnar-se em advogados católicos superados, políticos "modernos" que antepõem a gestão e o pragmatismo à política.
Se "As Teorias Selvagens" irritou e continua a irritar tanto, é por vários motivos: pela fruição sem culpa com que reconecta a política e o saber com o mundo das paixões baixas (inveja, rivalidade, discórdia, vingança etc.).
Também pela versatilidade exibicionista com que ziguezagueia entre a filologia, o pop, a tradição filosófica, a cultura geek e a etnografia urbana. E, sobretudo, porque obriga o progressismo a encarar um fato culturalmente insuportável: a evidência de que a esquerda perdeu o monopólio da sátira para passar a ser seu objeto, sua vítima privilegiada.
ALAN PAULS, escritor argentino, é autor de "O Passado" (Cosac Naify), entre outros.

Tradução de CLARA ALLAIN.

AS TEORIAS SELVAGENS

AUTOR Pola Oloixarac
EDITORA Benvirá
TRADUÇÃO Marcelo Barbão
QUANTO R$ 34,90 (240 págs.)
AVALIAÇÃO ótimo

-----------------
versión completa en Español

Las teorías salvajes
El retorno de la sátira

Alan Pauls


No es sorprendente que Las teorías salvajes haya tenido la repercusión que tuvo. Más sorprendente hubiera sido que no la tuviera. En un país como la Argentina, donde el imaginario progresista tiende a cobrar una dimensión atmosférica y a envolverlo todo, como el aire (vital para algunos, irrespirable para otros, motivo de debate para todo el mundo), la novela de Pola Oloixarac tenía todo para caer como una bomba. Era el debut literario de una casi desconocida y se publicaba en una editorial emergente (Entropía) cuyo catálogo, hasta entonces, había ofrecido voces nuevas pero sutiles, embanderadas casi siempre en el registro del susurro y la intimidad. Oloixarac (que no por nada ejerce, y muy bien, el hobby del canto) hizo lo que mejor sabe: desafinó. Irrumpió en el mundo literario alzando la voz y con la espada en ristre, derramando a izquierda y derecha (sobre todo a izquierda) sus dosis efusivas de estilo, precisión analítica y rencor lúdico, un blend de terrorismo voluptuoso que parecía excitado a escala hormonal por un target más que delicado: el sentido común progresista.
La tesis implícita de Las teorías salvajes no es nueva: plantea —con una mezcla de decepción, hartazgo y resentimiento avieso— que el discurso que en los años '70 era sinónimo de resistencia, cambio y revolución se ha convertido hoy en el dogma oficial del pensamiento, la cultura y hasta la pedagogía, terrenos donde el proyecto setentista habría alcanzado la victoria completa que el teatro de la política dura le negó. La novela deplora ese statu quo mediante una estrategia tan arcaica como eficaz: ridiculizar a los agentes del progresismo volviendo en su contra las proposiciones clásicas de su propio discurso, que de axiomas críticos pasan a ser slogans cínicos o notas al pie payasescas. El ejemplo más obvio de esta voluntad de inversión es la escena en que un “intelectual de izquierda“ es asaltado y golpeado en un parque público por un gang de rateros (bautizados “correlatos de la perversidad del capitalismo“ por la narradora de la escena) que encarnan la miseria, la marginación, el desamparo, las mismas injusticias por cuya erradicación la víctima del asalto peleó durante décadas. Cuando la narradora interviene para detener la paliza y repasa en voz alta el curriculum militante del apaleado (el sueño de la patria socialista, los años de lucha clandestina, etc.), el furor de los ladrones se exaspera. “¿Sos político, vos?“, le preguntan. Y ellos mismos se contestan: “Chorro hijo de puta“.
En ese tipo de recontextualizaciones irrisorias se apoya la actitud desafiante de Las teorías salvajes, una novela archicontemporánea cuya tradición, sin embargo, se remonta a Juvenal o Jonathan Swift y lleva un nombre eminentemente político: sátira. Cuando no sirven para escarnecer a sus propios portadores, las consignas de los años '70 sirven a lo sumo de estímulo sexual, como mantras porno rimados, y sólo realizan a pleno sus utopías igualitarias en los templos del capitalismo avanzado —McDonald's— que deberían contradecirlas. En ese sentido, Las teorías salvajes (como las ficciones de otro gran satirista contemporáneo, Michel Houellebecq) reescribe en clave cómica El nuevo espíritu del capitalismo de Luc Boltanski, en particular la tesis según la cual la gran fuerza del capitalismo consiste en interiorizar como estímulos, motores y aun fundamentos las críticas que recibe de sus enemigos. Pero esa fiebre del détournement es sólo una de las estocadas críticas que Oloixarac dirige contra la doxa del humanismo progre. La otra, igualmente provocativa, es la doxa con la que propone sustituirla, un mix de biologismo agresivo, militarismo a la Clausewitz y decisionismo schmittiano que, pasado en limpio, se resume en el pesimismo cansado de un viejo refrán: “el hombre es el lobo del hombre“.
Los sabotajes antiprogresistas de Oloixarac pueden ser lúcidos o básicos, sofisticados o banales, pero están siempre animados por una convicción y una agresividad que la literatura argentina llevaba años reprimiendo. La prosa de Las teorías salvajes tiene filo y corta, y es tan tóxica como el despecho incurable que mueve a su narradora, suerte de Mata Hari que va y viene entre los papers académicos y la retórica sobresaltada de Corin Tellado y rastrea presas eróticas en la facultad de Filosofía y Letras como los comandos armados de los '70 buscaban rehenes en fábricas o destacamentos militares. Nada de eso encaja del todo en el perfil standard del antiprogresismo argentino, que todavía prefiere encarnarse en abogados católicos pasados de moda, políticos “modernos“ que anteponen la gestión y el pragmatismo a la política, sacerdotes alienados por la ética e intelectuales henchidos de un republicanismo pomposo y universalizante.
Si Las teorías salvajes irritó y sigue irritando tanto es por varios motivos: por la fruición sin culpa, casi nietzscheana, con que reconecta la política y el saber con el mundo de las bajas pasiones (envidia, rivalidad, cizaña, venganza); por la versatilidad exhibicionista, como de discoteca, con que zigzaguea entre la filología, el pop, la tradición filosófica, la cultura geek y la etnografía urbana; y sobre todo porque obliga al progresismo a enfrentarse con un hecho culturalmente insoportable: la evidencia de que la izquierda ha perdido el monopolio de la sátira para pasar a ser su objeto, su presa, su víctima privilegiada.

Monday, May 2, 2011

200 años de humor literario argentino casi



amiguitos, acaba de salir por Ediciones de la Flor esta antología de humor literario argentino, una idea amorosamente concebida y ejecutada por Ariel Magnus. La antología va de 1837 a 2010, y Ariel ha sido tan gentil de incluir una escena de mi novela Las teorías salvajes en tan espléndida compañía: los autores van de Esteban Echevarría, Lugones, Rodolfo Wilcock, Alberto Laiseca a Roberto Fontanarrosa, Manuel Puig, Cané, Cambaceres, Cancela, Leopoldo Marechal, Cortázar y Domingo F. Sarmiento. Imbaixo el índice según pasan los años, beijao

Wednesday, April 27, 2011

Epistola cogitabunda

From: José Antonio
Date: April 27, 2011 10:20:50 AM EDT
To: Pola
Subject: José Antonio. España. gatorrampante.blogspot.com

Epistola cogitabunda

1. Discursiva entomoyacente.


Pola, me preocupa el riesgo que supone escribir esta carta. Tengo miedo a molestarte, como esos insectos que aparecen de no se sabe dónde y empiezan a revolotear alocados alrededor de una luz encendida. Si tenemos paciencia, su propio instinto reproductor nos librará de ellos. Sólo hay que esperar a que acaben colándose por el ojo incandescente y mueran, de un chasquido, abrasados. ¿Nunca has soplado, antes de cambiar una bombilla, el lecho putrefacto que se acumula bajo el casquillo? Que yo muera o no calcinado dependerá, Pola, de tu luminiscencia.


2. Discursiva binario-nihilista.



Los aparatos electrónicos poseen un botón camuflado a la vista que sólo puede accionarse con objetos de punta muy fina. Es así para evitar accidentes. Si necesitamos localizarlo hay que recurrir, casi siempre y con desgana, a los manuales de instrucciones que dejamos envueltos en el plástico dentro de un cajón. Te hablo, Pola, de la muerte súbita, del botón reset. Alguien ha accionado el mío sin querer.



3. Discursiva prístinopractor



Ya tengo cuarenta y un años y he sufrido la transición de mi país. Mi educación se ha forjado en medio del fuego entrecruzado entre intelectuales sincrónicos e intelectuales cuasidiacrónicos. Arengas a diestro y siniestro. ¿Y cuál el resultado? Me avergüenzo sólo de pensarlo, aprender literatura extraída de departamentos estancos, desde los cursos de primaria hasta llegar a la universidad. Esta olla express metodológica cuenta, porque sigue siendo así, con más de un punto de fuga, pero nadie se digna en purgar el excedente de vapor, y yo no fui o he sido capaz de incitarlos a ello. Terminé abandonando mis estudios universitarios en el último curso. Me sentía estafado. Desde entonces he procurado hallar vestigios de literatura no sujeta a parámetros de falsa transgresión, algo tedioso para los que hemos cronificado la ausencia de visiones que van más allá del límite estricto a la literatura de su propio país. Sigo avergonzarme de esta indigencia infringida, pero hago esfuerzos de rehabilitación ¿académica? y quizás pronto consiga caminar sin sujetarme a ningún saliente. Leer Las teorías salvajes ha sido un punto de inflexión. He purgado, al fin, el sometimiento al producto nacional bruto y sus homólogos europeos.



4. Discursiva infraemeritus



Ya te hablé, Pola, en la carta apocopada que envié disfrazada de comentario a uno de tus artículos, de las obras octupusi. Ya dije bastante, incluso más de lo debido. Olvida aquello de que …hubo un tiempo en el que a punto estuve de alistarme en las filas… porque suena pretencioso y aún más, rabioso. Y no es así. Te pido disculpas. Pretendía describir el panorama literario de mi país, pero no dispongo de aparato crítico suficiente para hacer tal cosa. Soy no más que un lector sincopado aficionado a escribir. Te envié la dirección de mi disparatado blog, un lugar de paso donde me divierto con textos preciosistas. No tienen nada y tienen todo que ver conmigo. He sido un ingenuo al hablarte de esos escritores velocistas que publican sin someterse a ningún control antidoping. Ya sabrás de su existencia más que yo. El azar quiso que entablase amistad con alguno de ellos. Ahora son grandes escritores de lengua española. No me interesan. Tengo suficiente con haber sufrido sus obras durante tantos años. Estoy harto de guerras civiles contadas por niñatos. Me he cansado de tener que escalar sus libros apilados en montañas que saturan el espacio de la librería, para llegar al pequeño estante que alberga lo extramuros, lo extraPOLAble.

Ayer una amiga se reía de mí porque le aconsejé que leyese tu libro dos veces seguidas. Lo llamó el Holy book de José Antonio. Ya se hizo con él. Nos fuimos a la cafetería Lisboa y hablamos toda la tarde de literatura. Un placer.



José Antonio. Abril de 2011.

Wednesday, April 6, 2011

na Playboy :P

Bueno, es muito engraçado usar el network de Harvard para postear mi propia aparición en la Playboy brasilera... y disfrutar algo infantil y no tan privadamente del cameo de Kant, que suele frecuentar las mismas páginas pero bajo una nomenclatura fonética similar (C-U-N-T). Hehe. (uma coisa-> na matéria eu fale de privacidade, nao individualidade, que sao bem diferentes)
Hace unos días encontré esta cartita de mi amado Vladimiro al editor de Playboy (él estuvo en estas mismas bibliotecas de Research Fellow en los 1940s!):

From letter to Hugh Heffner, December 28, 1968

from Montreaux. Published in part in Playboy, January 1972.


Have you noticed how the head and ears of your Bunny resemble a butterfly in shape, with an eyespot on one hindwing?

Happy New Year

Yours sincerely

Vladimir Nabokov


Para sumar a la pornografía de este instante, una foto de la egregia bóveda de Widener library, donde estoy ahora, que es de noche, y sobre la que pende una prohibición de no ser fotografiada jamás:



Monday, March 7, 2011

As teorias do IMPERIO!

* Musa nerd, autora argentina surge como sensação da Flip
pelo Fabio Victor para Folha de Sao Paulo

A obra que a lançou ao mundo e foi a senha para que ela integrasse uma antologia dos melhores novos ficcionistas de língua espanhola da revista britânica "Granta" chama-se "As Teorias Selvagens" e sairá no Brasil no final deste mês pelo selo Benvirá, da editora Saraiva.(mais)



* Barbaro e nosso
pelo Victor da Rosa

Quase três anos depois de ter causado boas polêmicas em Buenos Aires, ao ser apontada por Ricardo Píglia como um grande acontecimento da novela argentina – mas não apenas isso, digamos assim – chega ao Brasil o livro de estreia de Pola Oloixarac, 33, através do selo Benvirá, da Editora Saraiva: As Teorias Selvagens. Na entrevista, Pola fala do impacto que seu livro tem causado, das traduções, do Brasil, de suas preferências musicais – “Chico Buarque, Os Mutantes, Jobim, Xuxa” – e do dia que encontrou Beatriz Sarlo na Bahia, em meio a um temporal tropical. tudo


* Crua e bela
pelo Rodolfo Viana

Depois de ter anunciado sua vinda à Feira Literária Internacional de Paraty, em julho de 2011, a argentina Pola Oloixaraca está cotada para o título de musa da Flip. Mas ela não é só um rostinho bonito, não... tudo


*Pola Oloixarac no Qaderno da anotaciones
por Manuel da Costa Pinto, diretor de programaçao Flip

Em novembro do ano passado, fui a Olinda para cobrir a Fliporto pelo Entrelinhas (programa da TV Cultura do qual sou editor) e assisti à palestra de Piglia, que deveria entrevistar em seguida. O autor de Respiração Artificial falou sobre “O escritor como crítico” e, numa espécie de mise-en-abîme, fez sua conferência a partir de uma conferência de 1947 em que o escritor polonês Witold Gombrowicz, que vivera na Argentina, transformava seu castel
hano insuficiente num trunfo, numa defesa da carência de linguagem como maneira de expressar conteúdos incomunicáveis.

A idéia básica de Gombrowicz, retomada por Piglia, é a de que a linguagem se cristaliza em ornamentos e filigranas que ocultam novas possibilidades expressivas, de que há um “escândalo” no fato de que “não temos uma língua para expressar nossa ignorância” (conforme frase dos
Diários de Gombrowicz citada por Piglia). A partir daí, Piglia menciona uma série de escritores que, a exemplo de Gombrowicz, procuraram escapar daquilo que está congelado no idioma reproduzido pelos círculos sociais que dominam a norma culta da língua. Com sua prodigiosa erudição, Piglia menciona desde Joyce e Pound até Hemingway e Osman Lins, para terminar fazendo um elogio generoso a uma nova escrito
ra argentina que, na opinião dele, conseguira escapar da “inflação de estilo” das formas ou fórmulas literárias cristalizadas.
Nas anotações apressadas feitas durante a conferência de Piglia, não consegui entender direito o nome complicado da escritora, mas anotei o título de seu único romance e prometi para mim mesmo pesqui
sar essa autora recomendada por um dos maiores intelectuais contemporâneos.

Só reli essas anotações depois de ter conversado com Thales Guaracy sobre Pola Oloixarac e de convidá-la para a Flip, percebendo então que o título do romance da tal escritora argentina citada por Piglia, e anotado com destaque em meu caderno de trabalho, era justamente
As Teorias Selvagens!

Como disse, a descoberta teve algo de borgeano: a constatação de que o encontro com a literatura de Pola Oloixarac cumpria desígnios ocultos em meu caderno de anotações, como uma fatalidade ou presciência. (tudo)



Tuesday, February 15, 2011

Hi it's the real me

Hi! I'm Pola Oloixarac. I’m this dude below. I write books and other stuff about technology. I'm a mortal, ergo I dig dig poker and porn. I'm also mild Aspergers.

I also think Maradona is better that Pelé. Anyway, my novel Las teorias salvajes is coming out in Brazil so now I'm basicly channeling this chick


I go to the shower and because I’m living inside her brain I can see her naked and that’s friggin cool. But anyway, I’m still that dude. We can talk about Ronaldo, Ronaldinho or Borges or whatever. If you are a girl I can probably let you suck my awesome, gorgeous cock. (If you are a dude you can suck it too, I don't mind)

Friday, January 21, 2011

Pronto el HAY!

HAY FESTIVAL CARTAGENA DE INDIAS 2011

[19] 17:30 - 18:30. Viernes, 28 de Enero 2011. CFCE - PLAZA DE SANTO DOMINGO (Patio)
En producción
Guadalupe Nettel, Jorge Franco y Pola Oloixarac con Eduardo Rabasa
Tres voces distintas de la literatura americana con estilos tan dispares como el del colombiano JorgeFranco, la mexicana Guadalupe Nettel y la argentina Pola Oloixarac, nos contarán cómo abordan la creación de nuevas historias, esas nuevas novelas que tienen en mente, qué manías tienen como escritores y cómo tejen nuevos relatos en su imaginario personal. Modera el editor de Sexto Piso, Eduardo Rabasa.

[22] 19:30 - 20:30. Viernes, 28 de Enero 2011. CFCE - PLAZA DE SANTO DOMINGO (Patio)
La novela: un artefacto para armar
Pola Oloixarac, Andrés Neuman y Agustín Fernández Mallo con Mario Jursich
La novela no solo mantiene su condición de género abierto e iconoclasta sino que da muestras, en la obra de estos escritores, de que en su territorio todo es posible. Participarán en esta mesa Pola Oloixarac, “el gran acontecimiento de la nueva narrativa argentina”, según Ricardo Piglia, y autora de Las Teorías Salvajes; Andrés Neuman, ganador del premio Alfaguara con El Viajero del Siglo; y Agustín Fernández Mallo, escritor español autor de la trilogía narrativa Nocilla Lab. Conversarán con el periodista y crítico literario Mario Jursich.

entre otros highlights, va Gary Shteyngart -tan divertido es SUPER SAD TRUE LOVE STORY-, y hay un concierto de Phillip Glass!

Monday, January 3, 2011

Las teorías finlandesas

Finlandia se suma a potencias del Eje en adquirir las teorias salvajes


Próximente, por editorial Sammako
Jamón!:D

Tuesday, November 30, 2010

State of the Code @UFlorida


Fall 2010 Semester

Guest Lecture by Argentine Author Pola Oloixarac "State of the Code New Military technologies for old literary problems."

Wednesday, December 1, 2010 Pugh Hall Conference Room 120 Presentation starts at 7:00 p.m.

Pola Oloixarac (1977, Argentina), is an Argentine contemporary writer, essayist, and cultural critic. Recently, she has appeared in the prestigious Granta's list of "Best young Spanish writers." She has become internationally known for her experimental novel Las Teorias Salvajes (Entropia, 2008), which stirred the Argentinean and the international literary circles in the past two years. This novel, published in Argentina and Spain, has been described as recklessly intelligent and "without love," crossing disciplines and genres, and intersecting heterogeneous spaces such as video games and the institutionalization of postmodern warfare. Her talk "State of the Code New Military technologies for old literary problems" will address the effects these ruptures have on our society and their relation to contemporary literature.

Wednesday December 1st 2010 - Group Discussion (morning)


Pugh Hall Conference Room 210


9.30 am -Welcome and Coffee


9.45 am - Presentation and excerpt reading from the author


10.15 am- Impressions and commentaries of themes in Las teorías salvajes by graduate students and invited faculty.


10.45 am -Workshop (open roundtable for Q & A on literary motifs and critical readings(


11.30 am- Closing remakrs by Prof. Carina González


12.pm - 2pm Lunck break


Wednesday December 1st 2010 - Presentation (evening)


Pugh Hall Conference Room 210


7pm am - Open reception


7.15 am - Presentation of Pola Oloixarac by Gerardo Muñoz. “With whom are we at war? On Pola Oloixarac’s dialectics of politics and desire”.


7.30 am- Pola Oloixarac’s academic presentation “State of the code: New military technologies for old literary problems”


8 pm - Q & A from the audience


8.15 pm - Refreshments and conversation


8.30 pm Dinner with the author and participants who RSVP